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O governador de São Paulo, José Serra, enviou proposta à Assembleia Legislativa para que se altere o nome da Polícia Miiltar para Força Pública de São Paulo.
A ideia de tal mudança é aproximar a Polícia Militar da comunidade, tirando o aspecto militarista da corporação. Assim, esta se tornaria uma polícia em defesa da população e não do Estado.
Ficam duas perguntas: 1) Se a comunidade reclama por uma polícia mais próxima às suas demandas, será que mudando o nome da corporação essas demandas serão atendidas?
2) Mudando o nome da corporação ela deixará de ser uma defensora do Estado?
Esses são pontos, entre vários outros, que precisam ser pensados.
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Essa relação entre a mudança de nome da polícia e solução de problemas relativos ao trabalho policial, não é tão simples como está sendo colocado.
A Polícia Militar de São Paulo vem ao longo dos últimos anos realizando uma série de mudanças na estrutura da organização. Essas mudanças têm sido feitas em várias áreas como: na seleção de novos candidatos, na formação, na educação continuada, na implementação de ferramentas inteligentes que possibilitam o melhor gerenciamento do policiamento, na criação de programas de policiamento, entre tantas outras. Um problema que vivemos, e que não é exclusivo da polícia do Brasil, é que carecemos de indicadores para mensurar esse desempenho.
Fato é que grande investimento tem sido feito para aprimorar a prestação do serviço policial, no estado de São Paulo. Embora muito esteja sendo feito, ainda há muito por fazer. Na área da segurança pública, sempre haverá algo que se possa aperfeiçoar.
No Brasil e em outros países da América Latina, o termo "Militar" está associado ao regime militar. Um período da história que pertence ao passado, mas que ainda interfere de forma negativa na relação presente entre a polícia e o público. A característica militar da polícia está vinculada às relações internas da instituição. A atividade de policiamento é eminentemente civil.
Mudar o nome para Força Pública contribui para reforçar a imagem de uma polícia que já vem mudando. Isso não é maquiagem!
Tânia Maria Pinc · São Paulo (SP) · 9/2/2010 05:19
2 em 4 pessoas acharam útil
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É o maior absurdo, o governador tem que tomar providencias com relação a diminuição dos efetivos das duas policias, porque todos os anos desde o ano de 2001, cerca de 3.000 policiais saem da policia por, reforma, doença, demissões, reserva etc., e o Estado só consegue repor 1.500 a 2.000 homens/ano, em 10 anos serão mais de 15.000 homens a menos, quem mora no interior de São Paulo está vendo isso acontecer e não podemos fazer nada, já alertamos a cúpula da Secretaria de Segurança do Estado que não tomou providencia nenhuma.
O ùltimo concurso para SD PM foi em 15 de novembro de 2009, acompanhem e vejam quando estes homens estarão aptos a trabalhar, por violta de setembro de 2011.
Não basta mudar o nome tem que mudar o conceito e completar os claros de efetivos que hoje passam de 20.000 ( vinte mil ).
Rogerio barreto alves · São Vicente (SP) · 9/2/2010 16:28
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