O Viva Rio, a Faculdade de Direito da UFRJ e o Ministério da Justiça realizam, no dia 23 de julho, no Rio, o seminário temático “Política sobre Drogas: Avanços e Retrocessos”. O objetivo do seminário é promover uma discussão sobre a política atual de combate às drogas no nível nacional e internacional e pensar novas abordagens para o tema.
Por meio de mesas-expositivas, serão apresentadas as novas experiências do Peru, Equador e Argentina, além de uma mesa específica sobre as estratégias da política brasileira. Através do debate, espera-se construir recomendações focadas em uma nova estratégia que serão encaminhadas ao governo federal no âmbito da Conferência Nacional de Segurança Pública, a ser realizada no final de agosto.
O seminário é voltado para gestores e operadores das áreas de segurança pública, direitos humanos, saúde pública, educação, organizações não-governamentais e pesquisadores. As inscrições já estão abertas.
Informações sobre o evento
Data: 23/07/2009
Local: Auditório da FIRJAN. Av. Graça Aranha, 1. Rio de Janeiro
Organizadores: Viva Rio, Faculdade de Direito – UFRJ e Ministério da Justiça
Apoio: Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM)
Para informações e inscrições enviar e-mail para politicadedrogas@vivario.org.br.
As vagas são limitadas.
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Não se pode criar uma política antidrogas, sem que primeiro se tenha uma idéia da extensão do problema que será tratado (neste caso as drogas), para que se possa estabelecer de forma concreta, quantos e quais recursos deverão ser necessários e para quanto tempo ?
Responder essas questões com precisão, é algo realmente impossível, porque ninguém pode saber com precisão, a extensão do problema, porque não se consegue chegar na fonte do problema. O problema das drogas é como um pequeno rio que desagua num imenso oceano. Não adianta ficar pensando em se fazer "barragens" para conter a água.
Existe um lugar onde todo problema começa: As famílias.
Atingindo as famílias, chegaremos aos maiores consumidores em potenciais das drogas, que são os (filhos) jovens.
Não é a igreja quem tem que pedir ajuda ao poder público, mas sim o contrário. É a igreja quem tem que melhorar a qualidade dos seus discursos e sermões, à demanda dos problemas que tanto minam a convivência e a harmonia, tanto conjugal quanto familiar. Condições para isso ela tem, através das confissões.
Outra coisa é as famílias pararem com essa idéia deturpada de que, professores são educadores. Esse é um exemplo nato da negligência dos pais, quanto da educação dos filhos. Nesse jogo de empurra empurra, os filhos são os maiores prejudicados, como se fosse uma "batata quente" que ninguém quer segurar.
Põem a família na pauta desta conferência. Cortem primeiro a fonte do consumo de drogas, aí ficará mais fácil controlar a situação, visto que à partir daí, trabalharemos somente encima do grupo remanscente. Se o consumo for restringido, os pontos de venda se reduzirão em massa. Resumindo, é preciso trabalhar na prevenção do primeiro contato, mas fazer um trabalho sério e não apenas ações de caráter paliativo, somente para mostrar serviço. Se é pra fazer, é pra fazer direito.
Numa grande campanha publicitária, enfatizando a importância da familia no contexto cívico e social, divulgando formas de conciliação de conflitos e de acolhimento aos filhos que se encontram dispersos. Eu mesmo criei uma letra, a qual adaptei numa música de ritmo contagiante e bem conhecida pelo público jovem e adolescente.
Gostaria de poder participar, se possível, deste seminário, pois também sou morador do Rio e próximo do local onde será realizado o evento.
Contato pode ser feito pelo telefone: 7111-2176. Obrigado.
Abraços,
Amadeu Epifânio
Projeto Conscientizar - Viver bem é Possível !
amadeu.epifanio@hotmail.com
Amadeu Epifanio · Rio de Janeiro (RJ) · 5/7/2009 21:42
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